sábado, 20 de fevereiro de 2010

A Magia das Livrarias

Hoje vou falar de uma sensação que eu sempre tenho quando vou às livrarias: inspiração. Quase todo sábado, eu sempre passo em alguma livraria para conferir as novidades e comprar algum livro que eu ache interessante. Na maioria das vezes eu não compro, mas sempre folheio os livros e isso me dá uma inspiração muito grande.

Não sei o que acontece, mas o fato de estar em contato com os maiores escritores, os maiores pensadores e idealizadores que existem e que deixam seu legado para a humanidade é como estar em contato com a maior sabedoria do mundo. São tantos pontos de vistas, tantas reflexões que vem a nossa mente, tanas histórias que imaginamos, tantos exemplos de pessoas que conhecemos por um simples e rápido folheio de livros!

É algo mágico. Eu sempre chego em casa com vontade de escrever muito. Quando preciso de inspiração, eu já sei do quê eu preciso: uma livraria. Não sei se isso acontece com outras pessoas, mas eu sempre sinto isso. Dessa vez, eu voltei com inspiração e uma idéia para um conto.

Até logo!

A Magia das Livrarias

Hoje vou falar de uma sensação que eu sempre tenho quando vou às livrarias: inspiração. Quase todo sábado, eu sempre passo em alguma livraria para conferir as novidades e comprar algum livro que eu ache interessante. Na maioria das vezes eu não compro, mas sempre folheio os livros e isso me dá uma inspiração muito grande.

Não sei o que acontece, mas o fato de estar em contato com os maiores escritores, os maiores pensadores e idealizadores que existem e que deixam seu legado para a humanidade é como estar em contato com a maior sabedoria do mundo. São tantos pontos de vistas, tantas reflexões que vem a nossa mente, tanas histórias que imaginamos, tantos exemplos de pessoas que conhecemos por um simples e rápido folheio de livros!

É algo mágico. Eu sempre chego em casa com vontade de escrever muito. Quando preciso de inspiração, eu já sei do quê eu preciso: uma livraria. Não sei se isso acontece com outras pessoas, mas eu sempre sinto isso. Dessa vez, eu voltei com inspiração e uma idéia para um conto.

Até logo!

A Magia das Livrarias

Hoje vou falar de uma sensação que eu sempre tenho quando vou às livrarias: inspiração. Quase todo sábado, eu sempre passo em alguma livraria para conferir as novidades e comprar algum livro que eu ache interessante. Na maioria das vezes eu não compro, mas sempre folheio os livros e isso me dá uma inspiração muito grande.

Não sei o que acontece, mas o fato de estar em contato com os maiores escritores, os maiores pensadores e idealizadores que existem e que deixam seu legado para a humanidade é como estar em contato com a maior sabedoria do mundo. São tantos pontos de vistas, tantas reflexões que vem a nossa mente, tanas histórias que imaginamos, tantos exemplos de pessoas que conhecemos por um simples e rápido folheio de livros!

É algo mágico. Eu sempre chego em casa com vontade de escrever muito. Quando preciso de inspiração, eu já sei do quê eu preciso: uma livraria. Não sei se isso acontece com outras pessoas, mas eu sempre sinto isso. Dessa vez, eu voltei com inspiração e uma idéia para um conto.

Até logo!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Pessoas e Literatura

Hoje estava navegando pela internet quando lembrei de um blog que eu havia visto há algum tempo. O blog não é mais atualizado, mas tem vários artigos muito bem humorados. Foi nessa visita ao blog que tive a inspiração (coisa que me falta nesses dias) para escrever essa postagem cujo tema será: as críticas literárias por leigos.

Quando comecei esse blog, eu não tinha a intenção de ter como tem a a literatura. Eu iria fazer um blog geral, com idéias que eu tivesse. Mas como livros são a minha maior paixão, me voltei para um blog de literatura. Eu jamais iria dizer que eu tenho alguma “habilidade” para fazer críticas a livros, mas eu sempre me arrisco a avaliar os livros que eu leio, buscando sempre ter um ponto de vista profissional, embora não tenha tal atributo.

Nesse blog eu achei uma postagem que fazia uma crítica aos livros da Saga Crepúsculo, de Stephenie Meyer. Entretanto, eu não achei essa crítica nem um pouco imparcial. O autor criticava demais a inovação que a autora fez na parte dos vampiros. Se você não leu ou não viu o filme, saiba que os vampiros da história brilham no escuro, não dormem em caixões e também não viram morcegos, embora tenham alguns poderes. O autor praticamente criticava os fãs dos livros dizendo que não entendiam de livros. Os comentários também não eram nada imparciais. Os fãs diziam que o livro era realmente o melhor que existe e outras coisas absurdas. Confira o post: http://riudemim.blogspot.com/2009/01/edward-cullen-projeto-de-vampiro.html

Então eu fiquei pensando nisso. Muitas pessoas dizem que adoram um livro e falam que o livro é muito bom, mas porque elas adoram?

Algumas realmente avaliam o livro, sua linguagem, coerência e outros critérios técnicos. Entretanto, acredito eu que essas pessoas não são maioria. Algumas gostam porque acharam um personagem legal, porque todo mundo gosta, porque virou filme, porque o livro é curto, etc. São poucas as pessoas que realmente avaliam um livro corretamente. Eu já ouvi uma pessoa dizer que gostou de um livro porque ele não tinha capítulo e então era mais fácil de se ler.

Existem pessoas que não sabem avaliar um livro imparcialmente e não aceitam de forma alguma que alguém manifeste uma posição contrária. É o mais simples conceito de “ignorância” onde a pessoa não está mais julgando, mas sim defendendo uma posição cegamente. Acho que para fazermos um julgamento ou uma crítica devemos ser totalmente imparciais e jamais deixar a “balança” perder para um lado.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Novidades

Boa Tarde Pessoal!

Depois de ficar fevereiro inteiro sem postar, retomo as atividades na blogosfera. A primeira novidade é que o blog mudou de endereço. Achei que esse blog não tinha mais a ver com a minha vida, mas sim com literatura mesmo. Então mudei o endereço para http://literaturadegaroto.blogspot.com/ .

Acho que vou fazer um blog pessoal também. Teve uma época em que esse blog era pessoal, mas acho melhor não misturar os dois.

Além disso, estou com mais outro dois projetos de blog, mas esses eu realmente não posso contar, e dificilmente vocês saberão.

Minhas aulas vão começar e espero poder estar com mais inspiração para escrever e aí poder atualizar o blog com livros, pensamentos, idéias e outros.

Até a próxima!

sábado, 30 de janeiro de 2010

Fernando Pessoa, Heteronímia e Kabbalah

Desculpem não ter postado nos dias anteriores. Estava muito ocupado e com várias coisas para fazer.

Esses dias estava assistindo o programa “Tudo que é sólido pode derreter” na Cultura. Eu realmente gosto dele, acho muito inteligente e interessante. O episódio foi sobre Fernando Pessoa e heteronímia. Não sabe o que é heteronímia? Fácil.

Heteronímia é a arte dos heterônimos. Mas o que são heterônimos? Os heterônimos foram criados por Fernando Pessoa e são diferentes personalidades presentes e controlados pelo seu mestre. Ainda não entendeu? Vamos pensar em Fernando Pessoa. Ele criou vários heterônimos e era chamado de mestre deles. O mais famoso foi Álvaro de Campos. Álvaro de Campos escreveu livros onde colocava sua personalidade, diferente da de Fernando Pessoa. Na minha opinião, muitas pessoas tem heterônimos. Existem vários “eus” dentro de nós. Temos o eu que mostramos a família, o eu dos amigos, o eu da escola, do trabalho, etc. Achei muito bacana a heteronímia.

Pesquisando mais a fundo sobre Fernando Pessoa, cheguei até a Kabbalah. Estou lendo vários artigos e assistindo a vários vídeos sobre essa sabedoria tão antiga. Eu realmente me interessei e me identifiquei com ela.

Até logo.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

O Estudante

O Estudante é um livro escrito por Adelaide Carraro, cuja primeira edição data de 1975. Conta a história de dois irmãos, Renato e Roberto. O livro narrado por Roberto se divide em duas partes, a primeira contando a história de Renato antes de se envolver com as drogas e a segunda depois de se envolver com elas. O livro realça como a droga pode atingir até mesmo as melhores famílias e como ela pode mudar completamente as pessoas. O livro é o primeiro livro de uma série de três volumes.

No início do livro é mostrado como Renato era um bom menino. Ele era um bom aluno na escola, respeitava seus professores, formou uma ONG para ajudar pessoas carentes, amava sua família, convenceu seus pais a adotar uma menina negra (que seria personagem dos próximos livros). Enfim, era simplesmente um menino perfeito. Depois Renato é apresentado às drogas, fica viciado e muda sua vida completamente. Ele repete um ano na escola, sua aparência jovem se torna suja e horrível, começa a traficar na escola, mente para seus pais, desrespeita a todos e muito mais. Seu irmão Roberto conta seu sentimento de profunda angústia ao ver seu irmão se afundar nas drogas cada vez mais. Roberto e seu professor da quinta série tentam parar a quadrilha que obriga Renato a traficar denunciando o chefe do esquema. Infelizmente, isso não serviu de nada para Renato, tanto que esse assassina seu professor que estimava tanto. O final do livro é realmente triste, mas não vou revelá-lo aqui para deixá-los curiosos.

O livro é simplesmente maravilhoso, com certeza o melhor livro sobre drogas. O estilo da autora é excelente, com uma linguagem clara e acessível. A história? Não tenho nem palavras. Confira esse livro porque ele realmente vale a pena.

 

Capa do livro. Na imagem, temos Roberto olhando para o grupinho usuários de drogas.